Transporte aéreo ambulância.

TRANSPORTE MÉDICO EM AVIÃO.

Algumas pessoas insistem em viajar sem seguro.

Acidentes em viagem podem se transformar em enormes problemas financeiros por não se investir em seguros viagem que cobrem inúmeras despesas.

Você já pensou quanto custaria uma remoção aérea de paciente de um continente para outro ?

Pois é ! Em minha última viagem de retorno ao Brasil pela Lufthansa, pude ver como funciona o PTC Patient Transport Compartiment. https://www.lufthansa.com/us/en/lufthansa-ptc


O Compartimento para Transporte de Pacientes da Lufthansa (PTC) combina a vantagem de um vôo comercial com a instalação em um voo dedicado da “Air Ambulance” com sua tecnologia de ponta.

Para permitir o transporte de pacientes críticos com todos os equipamentos de suporte avançado à vida. HI Flying suporte em autorização médica, reserva e emissão de bilhetes de familiares de pacientes. Até 40% de economia de tempo usando o PTC em voos regulares Avaliação do pré-curso do paciente. A aptidão do paciente para o transporte é verificada antes que os custos completos do PTC sejam incorridos.

Custo 50% menor em comparação com uma ambulância aérea normal.   No Lufthansa PTC, o médico tem acesso a equipamentos e suprimentos médicos de última geração – para o melhor tratamento para qualquer condição clínica.   As dimensões espaçosas do PTC oferecem bastante espaço para uma cama de paciente, dois assentos para o médico e uma “escolta de PTC” da Lufthansa, equipamento médico de terapia intensiva, todos os suprimentos e remédios necessários. É uma UTI em uma asa.   Assim, há espaço suficiente para dar aos pacientes o melhor atendimento possível, o que pode ser feito confortavelmente mesmo em pé e pode incluir tratamento médico complicado. E quanto maior a unidade de transporte, mais agradável e confortável é o cuidado – tanto para os pacientes quanto para o pessoal médico.  

Isso tudo para as pessoas que não fazem seguros saberem que podem ter uma economiazinha!

Vai um queijinho ai?

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A partir de agora, os passageiros que vierem do exterior,podem entrar no Brasil com produtos de origem animal  queijos, salames e doces de leite. A decisão foi instituída pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), nesta terça-feira (10), por meio de instrução normativa. A medida traz melhorias no processo de fiscalização do trânsito internacional, que terá foco em produtos de maior risco.

Até agora, somente os processados de origem vegetal eram liberados.

Os produtos que estão autorizados se dividem nos seguintes grupos:

Produtos cárneos industrializados destinados ao consumo humano (esterilizados comercialmente, cozidos, extratos ou concentrados de carne etc);

Produtos lácteos industrializados (doce de leite, leite em pó, manteiga, creme de leite, queijo com maturação longa, requeijão etc);

Produtos derivados do ovo (ovo em pó, ovo líquido pasteurizado, clara desidratada etc);

Pescados (salgado inteiro ou eviscerado dessecado, defumado eviscerado, esterilizado comercialmente);

Produtos de confeitaria que contenham ovos, lácteos ou carne na sua composição;

Produtos de origem animal para ornamentação.