Desfrute das especialidades do Vale do Loire…

Outubro 2012: Cheguei em Paris, o tempo chuvoso comum neste período do ano. Logo peguei um ônibus que me levou a cidade de Sancerre, no vale do Loire,  região reconhecida pela Unesco como patrimônio mundial, é também conhecido como o Jardim da França. Com uma envolvente e espetacular paisagem verde exuberante, esta região coleciona uma herança cultural incomparável que pode ser comprovada pelos 300 castelos espalhados pela região.

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Um dos castelos da região

Sancerre é Uma cidade histórica, famosa pelo vinho com mesmo nome. Fui a convite do governo francês,  do Diretor das Américas Sr. Jean-Philippe Perol,  que nos recebeu com uma simpatia única para visitar e conhecer a região onde o forte é o enoturismo e o turismo gastronômico.

Bourgueil, Chinon, Vouvray, Cheverny, Sancerre, são alguns dos variados vinhos que a região do Loire oferece. De Touraine a Sancerre, as vinhas do Loire são ricas em vinhos excepcionais que se destacam pela variedade e autenticidade. São aproximadamente 1000 km de rotas para turistas conhecerem as diferentes vinícolas do Loire.

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Mapa do vinho no Vale do Loire

Fomos a uma feira que se chama “Destination Vignobles”, um evento de cunho profissional, organizado pela Atout France, para promover os vinhedos franceses aos profissionais do turismo. Faz parte de um programa de promoção para aumentar a comercialização de “vinhedos e vinhos da França.” Criado em 2004, “Destination Vignobles ” é organizado a cada dois anos, no outono e cada edição em um vinhedo diferente.

Foram quatro dias em experiências fantásticas, visitas gastronômicas regadas a espetaculares vinhos franceses, encontros com produtores e operadores de turismo da França. As vinícolas impressionam com o alto padrão de ciência e tecnologia que geram milhões de euros em investimentos e empregos, junto com a alta gastronomia e o interesse dos turistas de aprender “in loco” os segredos da magia da enologia, faz a indústria cada dia mais forte comungando três prazeres da vida: comer, viajar, beber !!!

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Comer, beber e viajar!
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Comer, beber e viajar!
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Comer, beber e viajar!

Um tour muito famoso é o da colheita de vinho, onde o passageiro vai pela manhã, colhe as uvas, leva para o processamento e pode receber o vinho que ajudou na produção em casa posteriormente,  após conhecer todo processo o dia termina com um pic nic maravilhoso com os embutidos que exalam cheiros de seus temperos da Provence.

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Colhendo uvas para a produção
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Participando da seleção das uvas
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Adega

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Não podemos falar do vale do Loire sem falar dos queijos. São maravilhosos!  A região é especialista em queijos de cabra, há mais de 30 tipos de queijos produzidos no “Jardim da França” e com exceção do Bondaroy, que é feito com leite de vaca, todos os demais são obtidos a partir do excelente leite de cabra que abunda no local. O Selles-sur-Cher, geralmente, é revestido com cinzas, para forçar a secagem da massa externa. Esse processo resulta em um contraste interessante entre a massa interna branca com a massa acinzentada do exterior. Embora consistente ao toque, o Selles-sur-Cher derrete-se na boca e um vibrante sabor de ervas percorre todas as papilas, até culminar num retrogosto caprino e fresco.

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Queijo Valençay
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Queijo de Cabra de Valençay

Vídeo promocional do Vale do Loire! Para dar água na boca…

China; presente, passado e futuro! Beijin. Xian, Shangai.

Para quem tem vontade de conhecer, contrate um agente de viagem, tendo em vista para uma boa viagem é necessário que o deslocamento e a maioria dos passeios sejam sincronizados e pré reservados.

Vou falar de Beijin, Xangai e Xian o que é chamado de “main Land” (China Continental) , Beijin a China atual, Xian a China antiga e Xangai a China do futuro.

16 de Novembro de 2013: Chegamos em Beijin depois de 32 horas de viagem.  Logo ao chegar em Pequim ou Beijin  logo vi o que me esperava, tudo enorme e imponente como tudo na China! O terceiro maior país do mundo, é também o mais populoso.  O que impressiona logo na chegada é o aeroporto,  me deu a impressão  de abandono, não por estar vazio; ele foi projetado para atender a demanda dos próximos 20 anos, feito para durar e ser eficiente. O aeroporto é tão grande que um esquema de trem foi criado para ligar os terminais, o que parece ser um metrô de tão grande e perfeito.

Falando em números grandiosos, o país realmente extrapola quando se fala em exageros, pois lá que está localizada a única obra de todo o mundo que pode ser vista da Lua: a Grande Muralha. Na época da construção, os chineses garantem que foram erguidos inúmeros quilômetros de muro, no entanto, infelizmente, grande parte não existe mais.

Depois de uma noite bem dormida saímos para uma visita a cidade de Pequim.  O céu é sempre cinza e escuro devido a poluição. A Capital é uma cidade muito grande,  tem uma população de 19 milhões e voltada para a indústria e turismo. Segue algumas fotos da cidade.

Sede do PC Partido Comunista
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Praça da Paz Celestial

Foi na Praça da Paz Celestial onde um estudante enfrentou sozinho uma fila de tanques de guerra  em 1989, vejam o video a seguir: http://www.youtube.com/watch?v=OvA-blNvSgY

A Cidade proibida, continua proibida. Na verdade só uma pequena parte da cidade é aberta a visitação, o nome, veio da cidade que somente o imperador sua família e serviçais tinham acesso.

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Pátio interno da cidade proibida.
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Espetinhos de insetos vendidos nas esquinas de Pequim
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O famosos Pato Laqueado de Pequim
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Estádio Nacional de Pequim conhecido como Ninho da Pássaro

No segundo dia, o frio era de lascar e saímos cedo para o passeio a Grande Muralha da China. Provavelmente o lugar mais conhecido do país. A Grande Muralha possui mais de 8000 quilômetros de extensão, é possível conhecê-la em diversas cidades, mas boa parte dos turistas acessa a muralha através da capital Pequim.

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Grande Muralha da China e um frio de doer os ossos!
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Pequim

Comecei a perceber que as pessoas tiravam fotos minhas discretamente e aos poucos fui entendendo que com a nova classe média chinesa pessoas de províncias distantes e sem turismo somente viam pessoas loiras pela televisão e achavam aquilo o máximo,  me senti artista por alguns dias  🙂

Terceiro dia saímos para XIAN, a cidade dos soldados de terracota, diz a lenda diz que os antigos imperadores  reproduziam soldados de terra cota para uma vida pós morte  onde teriam a proteção  do exército que criasse em vida. As esculturas, que datam de aproximadamente do final do século III a.c., foram descobertas em 1974 por agricultores locais. Fui recebido e tive o livro autografado por um dos agricultores que descobriram as estátuas.

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Exército de Terracota em Xian, Guerreiros de Xian ou ainda Exército do imperador Qin
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Estátuas de Xian, as estátuas incluem guerreiros, carruagens e cavalos. Estimativas atuais são de que nos três poços que contêm o Exército de Terracota, havia mais de oito mil soldados, 130 carruagens com 520 cavalos e 150 cavalos de cavalaria, a maioria dos quais ainda estão enterrados nas covas nas proximidades Mausoléu de Qin Shihuang‎.

Não curto muito show de músicas típicas que são bem comuns em viagens. Porém o teatro imperial chinês tem um espetáculo em Xian que não se compara a qualquer outro. Vale a pena.

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Teatro Imperial Chinês em Xian
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Teatro Imperial Chinês em Xian
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Teatro Imperial Chinês em Xian

Finalmente chegamos a Fantástica Shangai, uma das cidades mais modernas do mundo. O contraste entre o novo e o velho, convivem em perfeita harmonia, a cidade é tão moderna que as principais vias de acesso são monitoradas para informar aos motoristas o movimento dos carros e intensidade de trânsito. Porche, Mac laren, Mercedes, BMW, Ferrari, Maserati são algumas marcas que possuem lojas das fábricas na cidade, são tantos milionários que já é o segundo maior comprador de Ferrari no mundo. Prada, Louis Viton, Chanel, Hermes são lojas que estão muito presentes na moda chinesa, tornando-se um  mercado importantíssimo para a moda, já que os novos milionários consumistas adoram ostentar roupas, e carros de marcas mundialmente conhecidas!

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Bairro francês em Shangai
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Bairro francês em Shangai
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O contraste entre o novo e o velho, convivem em perfeita harmonia
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Vista de Shangai

Trem mais rápido do mundo foi criado para ser um simples transporte entre aeroporto de Pudong ao centro, porém mal sabiam os chineses foi criado um dos mais interessantes pontos turistícos da cidade .

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Trem mais rápido do mundo foi criado para ser um simples transporte entre aeroporto de Pudong ao centro

Dicas de viagem :

Voar para a China  tem que ser via Europa ou Oriente Médio, ou Africa do Sul

Documentos:  Passaporte válido por 6 meses, visto antecipado na embaixada da China. Certificado de vacina febre amarela.

Seguro: Nunca vá sem um seguro de viagens.

Moeda: Iuan  cartões de crédito e traveller checks são pouco aceitos, a não ser em lojas maiores.

Roupas: O verão é muito calor e úmido faz muito calor.leve roupas leves e confortáveis. Já no inverno o frio é rigoroso e neva em muitas partes do território.

Gorjetas: São quase que uma instituição na China é uma cultura sempre dar uma gorjeta e um “agrado”as pessoas ao seu redor.

Comida : Mesmo deliciosa, é muito apimentada para nosso paladar Muito vegetal e molhos agre-doce.

Cultura: O povo Chinês é muito agradável adoram ser prestativos mesmo quando não entendem nada que você fala chamam um depois outro até alguém descobrir o que você precisa muitas vezes são engraçados e tímidos.

Segurança: É um país seguro mesmo os taxis normalmente não enrrolam turistas, procure no seu hotel uma cartilha que existe em inglês, frances, alemão e até espanhol como nome dos principais locais na língua escolhida e assim você somente precisa mostrar na sua língua a tradução está ao lado ..

Voltagem 220 v

Clima: evite  outubro a fevereiro e junho a agosto que são os meses mais quentes e frios.

Canadá, o que tem de melhor…

Lagos, praias, montanhas, rios e um visual sem comparação!

O Canadá é o segundo maior país do mundo. Foi colônia da França e Inglaterra. Descoberto, na verdade, pelos Vikings muito antes de Colombo, que foi somente o terceiro a saber das terras ao Norte.

Assim que pousei em Toronto, as pessoas falavam “Bonjour & Good Morning”, assim que se dá um bom dia, nas duas línguas oficiais do país.

Já na ida para o hotel, não pude deixar a comparação de lado e fui logo soltando “nossa, parece NYC” e o guia já devolve “sim, mas muito melhor”! Na beira do Lago Ontário pude ver uma cidade cheia de contraste, a língua inglesa, galerias de arte e shoppings de todos os tipos; a moda está presente nas principais cidades, e Vancouver conta com uma  das semanas de moda mais famosas do mundo.

 

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Peyto Lake. Foto Alfredo Savi
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Lions Gate Bridge em  Vancouver.  Foto Alfredo Savi
Lobster restaurant, em Toronto. Foto Alfredo Savi.

 Saímos de Toronto em direção a Niagara Falls. De um lado da cachoeira, o Canadá, e do outro, USA. Um lindo lugar, mas que nem de longe chega à nossas fantásticas Cataratas de Foz do Iguaçu. Suas histórias e filmes são muito famosos.  Um volume de água que impressiona, a cor esmeralda da água e o barulho chamam atenção e prendem nossos olhos na maravilha que é a queda gigantesca! Uma estrutura turística foi montada para atender milhares de passageiros que podem ir a um centro comercial com restaurantes, lojas, cafeterias, tudo com lembranças da famosa Niagara. Coisa de primeiro mundo, como tudo no Canadá.

No dia seguinte saí direto para a capital, Ottawa, que fica a 449 km de Toronto e a 200 km de Montreal, que fui logo em seguida.  Cidade de língua inglesa, já que o Canadá é um mix de culturas gigantescas onde se fala vários idiomas. Cidade maravilhosa, organizada e que tem o transporte público perfeito. Durante o verão, barcos são usados como meio de transporte e, no inverno, as pessoa podem inclusive ir patinando pelo rio até o centro da cidade, o que é bem comum.

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BCE Place em Toronto. Foto Alfredo Savi

Um dos museus mais legais que já visitei  e um dos maiores do país, o Museu das Civilizações,  uma arquitetura sem igual que destaca a cultura indígena e colonizadora,  tem um dos mais importantes e curiosos acervos do país e é também o mais visitado. Dentre as peças, os famosos Totens das tribos indígenas canadenses. Podemos ver os originais e gigantescos que chegam a 15 metros de altura, também itens relacionados a colonização europeia e indícios da presença dos Vikings, que no ano 100 estiveram em terras americanas.

Saí da capital e rumei mais ao nordeste canadense em direção a charmosíssima Quebec. Uh lá lá…

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Banff Springs Hotel. Foto Alfredo Savi

Chegamos à parte francesa e o primeiro aspecto é ver o pedacinho da frança no Canadá. Ninguém tem problemas em falar inglês. É a segunda maior província Canadense. No Canadá é muito comum as pessoas falarem duas ou três línguas, já que nas escolas é obrigatório, e fica fácil já que todos são extremamente educados e atenciosos com o turista. Na padaria ao lado do hotel, tudo tem ar francês: os brioches, os doces, o cardápio em francês  (é claro) e os pratos típicos da gastronomia francesa. É muito legal a sensação de mudar de cidade no mesmo país e ver como pode ser tudo tão diferente.

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The Butchart Gardens, um grupo de jardins em Brentwood Bay, Colúmbia Britânica, Canadá, perto de Victoria. Foto Alfredo Savi
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Foto Alfredo Savi

Dois dias e pronto: Montreal

 Nas margens do Rio São Lourenço, é uma das principais cidades. Famosa por ter sediado os jogos olímpicos de 1976 e que hoje sedia uma etapa da Fórmula 1, Montreal tem um cassino  maravilhoso e uma curiosidade bem legal: um prédio que foi feito baseado na arquitetura das favelas do Brasil. Quem disse que nas favelas não existe arquitetura? Aí está a prova que existe sim! E é muito curiosa: nenhuma janela no edifício dá de frente para outra!

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Complexo residencial Habitat-67. Montreal. Foto Alfredo Savi

Logo ali pertinho estão as famosas Mil Ilhas Canadenses, que na verdade são 1.865 ilhas e ilhotas, que inclui a menor ilha do mundo. O tour dura cerca de duas horas. Pegamos um barco perto da cidade de Brockville para conhecer a região, onde a maioria da ilhas são particulares, mas todas muito lindas. Algumas tem até castelos que dão uma impressão da riqueza e importância do lugar.

Como os invernos são muito rigorosos, chegando a 30 graus negativos, esses passeios podem ser feitos durante os meses de maio a outubro. No inverno se pratica a pesca de furo, onde as pessoas cavam buracos no gelo até atingir a água e ali pescam.

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Fairmont Banff Springs Hotel. Foto Alfredo Savi
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Street Art em Quebec. Foto Alfredo Savi

Dicas de viagem:

– Voos: somente uma empresa aérea voa direto ao Canadá saindo do Brasil, outras são via USA onde é preciso ter o visto americano.

– Documentos: é necessário visto para o Canadá, a carteira de motorista do Brasil é aceita,  porém é recomendando que tenha uma internacional caso tenha algum problema.

– Seguro: não deixe de ter um seguro de viagem mesmo que os hospitais sejam todos de primeiro mundo, qualquer coisa particular pode custar muito caro.

– Energia elétrica: 127v. De três pinos iguais as dos EUA.

– Língua: o inglês é falado mesmo nas cidades francesas.

– Clima: de maio a outubro a temperatura é muito boa, sendo verão de muito calor de junho a agosto.

– Roupas: se gostar, existem muitos brechós com casacos pesados para o frio nas principais cidades canadenses.  Se levar um casaco de frio do Brasil não vai ajudar muito e vai lotar sua mala.

– Telefone: orelhões públicos. Compre o cartão “Ci Phone Card”, que vem escrito “No Connection Fee”, aos preços de 5 ou 10 dólares canadenses. Com o cartão de 10 dólares você fala do Canadá para Brasil por um tempo aproximado de 280 minutos, quase 5 horas.

– Moeda: o Dólar canadense, que vale quase o mesmo que o dólar americano (quase um por um).

HONG KONG

Hong Kong, localiza-se em um trecho do litoral entrecortado e montanhoso do Mar da China. De 1898 a 1997, foi administrado pelo Reino Unido. Tive a oportunidade de visitar Hong Kong, logo ao pousar no aeroporto, pude ver claramente a influência britânica. Hong Kong é ex colônia britânica  e por isso todos ou quase todos falam inglês, os chineses são bilingues ou até trilingues, falam mandarim, inglês e cantonês fora outros vários dialetos. Os Ônibus de dois andares, são uma herança marcante da ex colônia e também as placas de informações espalhadas pela cidade em inglês.  Os prédios são altíssimos uma cidade mega moderna super descolada e ocidentalizada. A mudança e mistura cultural na China é uma das coisas mais impressionantes, Shangai  é a nova Nova York,  segundo os chineses ¨Se NY é a cidade que nunca dorme , Hong Kong tem insônia.¨

Os ônibus de dois andares, herança Britânica. Foto: Alfredo Savi
Hong Kong a cidade insone. Foto: Alfredo Savi
Hong Kong a cidade insone. Foto: Alfredo Savi

Em HKG como é conhecida a cidade de Hong Kong, por ser a sigla do aeroporto da cidade, existem  passeios imperdíveis;

  • O Mirante “The Peak”  ou Victoria Peak:  Passeio imperdível. O passeio começa pegando um bonde na parte baixa da cidade, com duração de aproximadamente 20 minutos e termina em um complexo que oferece várias opções de compras, alimentação e uma vista simplesmente alucinante.
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Vista do Mirante ¨The Peak¨ Foto: Alfredo Savi
  • Ngong Ping Village:  um passeio estilo Corcovado no Rio de Janeiro porém em níveis chineses. Começa com uma viagem de teleférico, um dos maiores do mundo, são quase 30 minutos para chegar a estação de chegada onde se encontram algumas lojas de produtos tradicionais e lanchonetes, com 5 minutos de caminhada chegamos ao Tian Tan Buddha, um Buda gigante, o ¨Big Budha¨, que abençoa a baia de Hong Kong. Mais a frente fica o Monastério Po Lin. Existem alguns carrinhos com chão de vidro, valem muito a pena. É importante comprar os ticktes antecipadamente pela internet, e evitar as longas filas.
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Um dos maiores teleféricos do mundo, um passeio sem igual. Foto: Alfredo Savi
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Big Budha Foto: Alfredo Savi
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Big Budha. Foto: Alfredo Savi
  • Para atravessar a baia, pode se tomar um barco bus que custa um dólar muito rápido barato e prático, a cidade tem quase 9000 restaurantes, é sensacional a diversidade gastronômica deste lugar!
  • Todos as noite na baía tem o show para turistas de luz e sons, um espetáculo gratuito e lindo!
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Foto: Alfredo Savi
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Foto: Alfredo Savi

A moda é um assunto que não tem como não falar, as maiores e melhores grifes estão aqui, os chineses são apaixonados por marcas é status e sinal de riqueza se vestir com grifes famosas do ocidente, em uma só avenida pode se encontrar uma ao lado da outra,  Channel, Louis Vuitton, Prada, Tiffany, Armani dentre outras, por ser porto livre não se paga imposto sendo um atrativo a mais para o consumidor!

Uma coisa curiosa é que quando a pessoa se torna adulta ela tem opção de escolher seu nome ocidental. Daniela e Carol, são nomes bem comuns de se encontrar por lá.

Dicas de viagem :

Voar para a Hong Kong  tem que ser via Europa ou Oriente Médio,

Documentos:  Passaporte válido por 6 meses, visto não são necessários.

Seguro: Nunca vá sem um seguro de viagens.

Moeda: Rupia cartões de crédito e traveller checks são pouco aceitos, a não ser em lojas de tapetes ou lojas maiores.

Roupas: mesmo no inverno faz calor.leve roupas leves e confortáveis.

Gorjetas: São quase que uma instituição é uma cultura sempre dar uma gorjeta e um “agrado”as pessoas ao seu redor.

Comida : Mesmo deliciosa, é muito diversificada predominante a chinesa com muita sopa e carne de porco e peixes .

Cultura: O povo chinês  é muito agradável, não são muito de papo tímidos e porém extremamente gentis com ocidentais.

Segurança: É um país seguro tenha cuidado com vendedores que sempre querem vender as mercadorias “ching lings´ podem ser de péssima qualidade e enganosas principalmente eletrônicos.

Voltagem 220 v

Clima: evite maio a setembro que são os meses mais quentes e o período das monções.

Taj Mahal, uma história de amor…

O Mais fascinante mausoléu do mundo definitivamente não poderia ser um e sim dois…. Esse era projeto do Imperador Shah Jahan, construir dois mausoléus, o que foi construído, o atual Taj Mahal, todo em mármore branco para a esposa e do outro lado do rio seria construído um idêntico de mármore negro para quando ele morresse. Cercado de uma história de amor e dor, é parte de um romance que qualquer ser humano fica apaixonado por sua história. Ao dar a Luz ao 14º filho, Aryumand Banu Begam, a mãe Mumtaz Mahal, a qual era carinhosamente chamada de a jóia do palácio, faleceu  e em sua homenagem, mandou construir o TAJ. Conhecido como a maior prova de amor do mundo, é uma obra que contem além de fios de ouro, pedras semi preciosas.

Taj Mahal Foto: Alfredo Savi
Sandra Savi e Alfredo Savi com grupo da SS Viagens na Índia em Janeiro de 2015

Suas linhas simétricas, vastos jardins, espelhos d’água e projeto deixam qualquer visitante deslumbrado. De longe se vê uma grande cúpula e muitos minaretes e a superfície parece uniforme, de perto percebem-se motivos florais, feitos com pedras coloridas incrustadas, e belíssimas caligrafias em árabe, um trabalho que demandou os esforços de milhares de artesãos e trabalhadores vindos de todo o mundo islâmico.

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Alfredo Savi
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Taj Mahal Foto: Alfredo Savi

Antes do termino em meados de 1657, Shah Jahan ficou doente e seu filho aproveitou de sua fragilidade para encarcerar seu pai e ocupar o trono,  assumiu o poder se declarando imperador de Bengala. Shah Jahan permaneceu em cativeiro até sua morte em 1666. Dizem que ele passou os últimos dias de sua vida olhando fixamente em um pequeno espelho o reflexo do Taj Mahal, e morreu com o espelho em sua mão. Ele foi enterrado no Taj Mahal com a esposa que ele nunca esqueceu.

Taj Mahal Foto: Alfredo Savi
Taj Mahal Foto: Alfredo Savi
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Taj Mahal Foto: Alfredo Savi
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Taj Mahal Foto: Alfredo Savi
Taj Mahal Foto: Alfredo Savi
Taj Mahal Foto: Alfredo Savi
Taj Mahal Foto: Alfredo Savi

DICA

Ao chegar tão logo os portões se abram, o visitante terá duas vantagens. Uma, a óbvia, é evitar as grandes aglomerações de turistas, como já citamos. A outra é ver o espetacular monumento banhado pelo sol da manhã. No começo, ele é quase rosado, depois, conforme a manhã progride e o sol se revela mais brilhante, o Taj Mahal torna-se amarelo e, finalmente, alvo e deslumbrante.

Uma vez por mês o Taj Mahal abre durante à noite, é a noite de lua cheia. Todas a luzes são apagadas e o mármore brilha à luz da lua.

Namastê!

Planta Taj Mahal Fonte: Guia do Estudante da Editora Abril
Planta Taj Mahal
Fonte: Guia do Estudante da Editora Abril

ÍNDIA, um país cheio de cores, luzes, sabores e fé

A Índia é assim um conjunto de sentimentos que nos deixam totalmente atentos a tudo e a todos ao nosso redor, infelizmente poucos conhecem. O Cheiro, o paladar, o olfato, o tato e o mais importante nesse conjunto, a visão fazem da Índia um lugar sem igual na terra.

 

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New Delhi Foto: Alfredo Savi
Elefante em Jaipur
Elefante em Jaipur Foto: Alfredo Savi
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Sapatilhas expostas em mercado de rua, Jaipur Foto: Alfredo Savi

 

 

Pousamos  às 3:40 hs no aeroporto de Delhi, já pude ver as diferenças, a temperatura nessa hora era nada mais nada menos que 33 graus ! Um calor sem igual, colar de flores naturais de boas vindas, uma imigração rápida no moderno terminal Indira Ghandi em Delhi. Durante a ida para o hotel, as buzinas eram tantas que me deixaram perdido.  Observei que nosso ônibus tinha dois tipos de buzina; e para que? Uma para avisar que estamos chegando e outra para que estamos passando. A principio nas  ruas, camelos, carroças e elefantes parecia uma confusão sem igual. Um tempo depois se percebe que  tudo se acerta e anda bem. Não vemos confusão entre as pessoas. Todos se respeitam. Viva e deixe viver.

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Grupo SS Viagens no Taj Mahal em Janeiro de 2015 Foto: Alfredo Savi

 

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Varanasi Foto: Alfredo Savi
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Foto: Alfredo Savi

 

 

 

Assim como no Brasil, as favelas são enormes e estão por todos lugares. A diversidade é tão grande, que em 28 estados 23 línguas. Um país de enormes dimensões,  o segundo maior país da Ásia  e segundo mais populoso do mundo; a Índia tem seus extremos das montanhas às lindas praias, tudo passando por templos maravilhosos a biodiversidade também é enorme, com lindos parques naturais cheios de animais selvagens.

New Delhi
New Delhi Foto Alfredo Savi

“As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?” Mahatma Gandhi

O Hinduísmo é uma religião politeísta além de  milenar é uma das mais interessantes e um dos pilares da Índia não perdeu sua identidade mesmo com tantas outras religiões quem tentam se impor,  um Deus a mais não tem problema já que são quase 33 milhões de divindades.  Brahma, Shiva e Ganesha são as principais e mais conhecidas divindades.

Shiva Deus hindu que destrói  para construir algo novo e melhor “renovador”! É o criador da Yoga que produz a transformação física.

Ganesha semideus hindu corpo de gente cabeça de elefante, é de onde vem a lenda “memória de elefante” deus da sabedoria.

Brahma  deus com 4 ou cinco cabeças criador do universo.

Varanasi
Varanasi, uma das cidades mais antigas e religiosas do mundo. Foto: Alfredo Savi

Dicas de viagem :

  1. Voar para a Índia tem que ser via Europa ou Oriente Médio,
  2. Documentos:  Passaporte válido por 6 meses, visto retirado on line ou via embaixada em Brasilia.
  3.  Certificado de vacina febre amarela.
  4. Seguro: Nunca vá sem um seguro de viagens.
  5. Moeda: Rupia. Cartões de crédito e traveller checks são pouco aceitos, a não ser em lojas de tapetes ou lojas maiores.
  6. Roupas: mesmo no inverno faz calor. Roupas leves e confortáveis.
  7. Gorjetas: São quase que uma instituição na burocracia indiana é uma cultura sempre dar uma gorjeta e um “agrado”as pessoas ao seu redor.
  8. Comida : Mesmo deliciosa, é muito apimentada para nosso paladar e não se esqueça carne bovina, só na volta.
  9. Nunca beba nada com gelo, nunca é com água potável e limpa, gelo não é feito para colocar nas bebidas.
  10. Cultura: O povo indiano é muito agradável, más pode ser pegajoso quando se trata de pedintes e vendedores, Tenha paciência e leve numa boa essa é a cultura local.
  11. Esmolas: Verá muitos pedintes e pobres caso opte em dar separe muito troco e tenha mais paciência.
  12. Segurança: É um país seguro mesmo com tanta pobreza e miséria, as pessoas não são agressivas.
  13. Voltagem 220 v
  14. Clima: evite maio a setembro que são os meses mais quentes e o período das monções.

 

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Vendedor de Frutas na Velha Delhi Foto: Alfredo Savi
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Bebida tipica da Índia, espécie de água com gás e limão. Foto: Alfredo Savi
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Foto: Alfredo Savi
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Restaurante Palácio de Jaipur Foto: Alfredo Savi

 

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